Se tem um amuleto que combina perfeitamente com torcida brasileira, é a famosa fitinha do Bonfim. Colorida, simples e cheia de significado, ela atravessou décadas e saiu das grades da igreja em Salvador para parar no pulso de gente do mundo inteiro.
E claro… em ano de Copa, ela também entra em campo com a missão de ajudar o Brasil.
A Ciência dos Três Nós
Quem passa por Salvador sabe: não se sai de lá sem uma fitinha no pulso. Esse amuleto é um clássico da nossa cultura de sorte. Você amarra, dá três nós e faz três pedidos.
Mas, no futebol, a gente sabe que os três desejos costumam ser um só: o título, o título e... o título!
A tradição diz que a fita só pode ser cortada pelo destino: quando ela se rompe sozinha, a graça é alcançada. É o exercício máximo de paciência e fé do torcedor.
O Azul do Manto de Sorte
No AskGamblers, analisamos dados, mas no campo, a sorte joga junto. Imagine o peso da responsabilidade: em 1958, o Brasil enfrentou um dilema de cores na final contra a Suécia. Como o adversário também jogava de amarelo, fomos obrigados a usar azul. O pânico de que a "sorte" sumiria com a camisa oficial era real.
Foi aí que a mística entrou em campo. Para acalmar Pelé, Garrincha e companhia, a delegação disse que o azul era a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida.
Funcionou: o Brasil goleou e trouxe a primeira taça com a facilidade de quem amarra uma fitinha no pulso.
E se azul é a cor da sorte, como não pensar no Ganesha Gold da PGSoft? Você pode se distrair com esse slot lá no Hiperbet!
Agora conte para a gente seus rituais ou manias lá no Fórum do AskGamblers, no tópico “Causos de Torcedor: qual a maior loucura que você já fez pelo Brasil?”